O Palmeiras anunciou a rescisão de seu contrato de patrocínio com o Grupo Fictor. A decisão foi motivada por atrasos significativos nos pagamentos e pelo recente pedido de recuperação judicial da empresa, que foi aceito pela Justiça de São Paulo.
O Grupo Fictor declarou uma dívida de impressionantes R$ 4,257 bilhões. Essa situação financeira delicada impacta diretamente os repasses ao clube alviverde, com mais de R$ 2,6 milhões em valores ainda não recebidos.
O caso ganha ainda mais contornos complexos, pois o Grupo Fictor esteve envolvido em uma tentativa de aquisição do Banco Master, que posteriormente foi liquidado pelo Banco Central. Atualmente, a empresa está sob investigação da Polícia Federal por suspeitas de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro.
O contrato de patrocínio, que teve início em 2025 com um valor anual de R$ 30 milhões, foi cancelado, representando uma perda financeira considerável para o Palmeiras. Este episódio serve como um alerta sobre os riscos envolvidos em parcerias com empresas que enfrentam processos de recuperação judicial e investigações criminais, ressaltando a importância de uma análise de risco rigorosa.
O clube paulista já estuda medidas legais para buscar a recuperação dos valores devidos, enquanto o futuro do Grupo Fictor permanece incerto.