Renda fixa hoje: CDB acima de 100% CDI e oportunidades para certificações 2026
Você precisa entender como as novas taxas de renda fixa impactam sua preparação para certificações em 2026 e como monetizar o conhecimento para empregabilidade.
Essa leitura prática mostra que LCAs, LCIs e CDBs disponíveis na XP oferecem remunerações atrativas: LCAs prefixadas chegam a 11,43% ao ano em 12 meses, LCIs/LCAs pós-fixadas ficam próximas de 92% do CDI e CDBs de longo prazo podem superar 100% do CDI. Isso muda tudo para quem estuda avaliação de ativos, gestão de risco e cenários para CPA, CFA, CNPI, CFP e C-PRO.
No cenário doméstico, o IBC-Br caiu -0,2% em dezembro, mas a atividade econômica permanece resiliente, o que reduz a probabilidade de cortes agressivos na Selic e sustenta prêmios de risco na curva. Com a Selic em 15% ao ano, as taxas dos juros futuros sobem e aparecem oportunidades de renda fixa com remuneração superior em prazos mais longos. Para empresas e investidores, estímulos econômicos combinados com menor visão de queda da Selic criam condições para explorar ativos de renda fixa com maior remuneração.
Você precisa entender como aplicar esse conhecimento na prática de certificações: o conteúdo cru de renda fixa ajuda a demonstrar domínio de mercados, avaliação de crédito, gestão de portfólio e tomada de decisão sob incerteza.
Seção 1: A NOTÍCIA NA PRÁTICA
Remuneração atrativa na renda fixa demonstra que prazos longos trazem >100% CDI; o que impacta na análise de risco, custo de capital e avaliação de ativos. O investidor pode combinar LCA/LCI/CDB para diferentes horizontes, preservando liquidez e rendimento
Seção 2: APLICAÇÃO POR CERTIFICAÇÃO
CPA
Para CPA, a matéria foca em contabilidade de ativos de renda fixa, avaliação de instrumentos financeiros e impactos no balanço. Você precisa entender CDI e prêmios de risco para justificar provisões e divulgação de instrumentos de dívida; a precificação de títulos é parte da competência de avaliação de ativos.
C-PRO
Para C-PRO, conecte gestão de portfólio e governança de risco com a escolha entre prefixadas vs pós-fixadas. Considere a duração, a sensibilidade da curva e o impacto de alterações na Selic no custo de capital.
CFP
Para CFP, a decisão de renda fixa precisa alinhar objetivos do cliente, prazo, liquidez e imposto. Você precisa entender 110% CDI e estratégias de diversificação que preservem poder de compra em cenários de inflação e juros altos.
CFA
Para CFA, o foco é a avaliação de risco/retorno, análise de duration, e construção de portfólio que concilie renda fixa de longo prazo com volatilidade de juros. O memorando de cenário deve incluir o efeito de IBC-Br e a curva de juros.
CNPI
Para CNPI, a recomendação deve refletir a sensibilidade a prazos, crédito, e o cenário macro. Use o CDI como referência para comparar a remuneração, e demonstre capacidade de leitura de riscos de crédito e de aproveitamento de oportunidades de renda fixa.
Seção 3: O ERRO QUE TODO MUNDO COMETE
ERRO: não considerar a duração da carteira ao interpretar remuneração de CDB 110% CDI; confundir rendimento nominal com rentabilidade real sem considerar inflação e impostos; subestimar o impacto de mudanças na curva de juros na alocação de ativos; usar índices de referência de forma inadequada sem ajuste de risco de crédito.
Seção 4: CHECKLIST DE ESTUDO
- Entender CDI, CDI atual e o que significam 11,43% a.a. e 92% do CDI
- Comparar LCAs/LCIs/CDBs prefixadas versus pós-fixadas
- Analisar a curva de juros, prêmios de risco e o efeito da Selic em 15% a.a.
- Aplicar conceito de duration na avaliação de títulos de dívida
- Relacionar renda fixa com certificações: CPA, CFP, CFA, CNPI, C-PRO
Questão modelo sem gabarito: Um investidor com perfil moderado pretende aplicar 24 meses em um CDB de 110% CDI até 2030. Considerando CDI atual de 11% a.a. e Selic de 15% a.a., descreva o retorno nominal esperado e como variações no CDI afetam a rentabilidade, incluindo o impacto de prazos e risco de crédito